Cristovão Tezza – 7/8/2018

Ele é um dos maiores escritores da atualidade, ganhou todos os principais prêmios literários. E mora aqui pertinho. Catarinenses dirão que ele é catarinense, paranaenses dizem “ah, mas ele já está há tanto tempo aqui”. Bairrismos à parte, Cristovão Tezza é um escritor brasileiro, presente com seus livros em 20 países. Escreve sobretudo romances, mas também tem livros de contos, crônicas, ensaios, teoria literária, livros que já somam mais de 20. Também quase 20 é o número de seus prêmios.

O texto de Tezza tem muitas marcas autorais, entre elas a capacidade de manter um “texto requintado, um ritmo sem falhas” (Valor Econômico), de criar “textos precisos (…), diálogos rápidos, concisos, cheios de expectativas” (O Estado de São Paulo) e que têm “na contraposição de pontos de vista um traço marcante”, como diz a Folha de São Paulo.

Ora, quem poderia criar diálogos e contrapor tantos pontos de vista se não se colocasse em um sensível lugar de escuta?

Em 2017, Cristovão Tezza escreveu o ensaio “A ética da ficção” para o livro Ética e pós-verdade, que está sendo lançado agora no Litercultura, e sobre o qual Tezza vai nos falar neste 7 de agosto. A certa altura, lemos: “quando escrevemos, alguém nos ouve”. E todo escritor que se preze já leu muito mais do que escreveu. Portanto, é ouvinte dos mais cuidadosos. Com vocês, Cristovão Tezza.

Ao final da palestra, a mediação do bate papo será de Christian Schwartz, jornalista e tradutor, que já verteu para o português brasileiro autores como Jonathan Coe, Nick Hornby, Hanif Kureishi, Graham Greene, Mary Shelley, Philip Pullman, Jeffrey Eugenides, F. Scott Fitzgerald e Nathaniel Hawthorne, entre outros.

Fotos: Gilson Camargo

Litercultura – Festival Literário de Curitiba 2018
Apoio: Itaú Cultural
Patrocínio:
 Colégio Medianeira
Co-patrocínio: Marcelo Almeida Cultura
Apoio Institucional: Esc – Escola de Escrita, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba